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Pedidos de apoio jurídico

Cidadãos que procuram representação legal

11 pedidos ativos

Laboral e EmpregoElevada

Possível incumprimento de contrato do empregador

Trabalhei em regime de recibos verdes para esta empresa apesar do trabalho apresentar características de um contrato de trabalho dependente (horários fixos, subordinação hierárquica, uso de equipamentos da empresa, etc.). Posteriormente, no dia 8 de janeiro deste ano, assinei contrato com início de funções para o dia 19 desse mês. Desde essa data, a empresa procedeu a sucessivos adiamentos unilaterais da data de início, sem qualquer remuneração apesar da minha total disponibilidade, situação que continua até hoje. Contactaram-me para iniciar funções esta semana, e segunda-feira voltam a adiar para o fim do mês de Maio, mais de 4 meses após a data de início acordada pelas duas partes, e sem receber qualquer salário ou outra remuneração.

Bragahá 1 semanas
4 interesses
Consulta + representação
Laboral e EmpregoElevada

Empregador nômade digital ignorou boa parte das leis de trabalho e não me paga horas extras, treinamento e férias que deve, e foi abusivo.

Infelizmente o site deletou meu texto anterior bem detalhado, então vai um texto mais curto. Empregador é nomade digital, passa apenas alguns meses em Portugal, mas abriu escritório físico e contratou funcionários. Denunciou meu contrato de trabalho depois de 4 meses, ainda em "período de experiência" por ser uma profissão complexa. Mas ele sabia na data da denuncia que era minha data de renovação de residência, e sabia que minha esposa daria a luz em breve. Ele foi extremamente abusivo, fazia eu chorar quase diáriamente nos meses finais, passei a ter ataques de ansiedade e passar mal fisicamente. Nunca pediu exames médicos, prometeu um salário por e-mail mas no contrato colocou outro. Não colocou isenção de horário no contrato, não definiu horário, mas ficava furioso se eu não trabalhava na "hora certa", mas nunca me disse qual era a hora certa, dizia que tinha que ser "flexível". Exigiu que eu fizesse registro de 2 em 2 horas do que eu estava fazendo, quando eu apontei que isso poderia ser violação de privacidade, ele respondeu que se eu quisesse privacidade eu não iria trabalhar. Tenho os registros do trabalho de 2 em 2 horas todos, e tenho as conversas registradas. Com esses registros conseigo mostrar que fiz muita hora extra, inclusive conversas fora do horário de trabalho, ligações longas de slack depois do fim do expediente, etc... mas ele não quer pagar as horas extras. Quando ele denunciou meu contrato deveria dar 7 dias de aviso prévio, ele deu apenas 6, "oficialmente." Porque ele também cortou meus acessos e registrou que tirei férias, assim evitou pagar os dias de férias não cumpridos e evitou pagar os dias finais de trabalho como trabalhados. Nunca pediu os exames médicos de trabalho, deixou eu por meses trabalhar sem horário de almoço, me obrigou a trabalhar de forma a ter menos de 11 horas de descanso entre um dia e outro, quando sugeri uma formação relevante para empresa ele falou que era desperdício de tempo, recusou-se a me dar a formação, e não pagou as horas de formação que eu deveria ter feito. (aliás ele agiu de forma rude quando sugeri a formação, falou que se eu tenho tempo para pensar nisso eu deveria gastar esse tempo trabalhando mais). Nas conversas com ele, ele sugeriu que o tempo no banheiro, bebendo água, etc... não é trabalho, e portanto ele não deveria pagar esse tempo. Por causa disso eu trabalhava 8 horas seguidas sem nenhuma pausa, sem banheiro, sem comer nada, sem horário de almoço. Perto da data da demissão ele começou a me criticar em público, inclusive mentindo, por exemplo dizendo que um produto que eu fiz não funciona e é inútil, quando ele mesmo já tinha usado o produto em questão corretamente e sabia perfeitamente bem que funcionava (inclusive ele demitiu outro funcionário porque esse outro usou incorretamente esse produito). Eu queria pelo menos ajuda em escrever um e-mail cobrando as dívidas corretamente (horas extras, como tenho todos os registros de trabalho de 2 em 2 horas tenho como calcular exatamente o quanto ele deve, férias que ele disse que eu tirei quando não tirei, e horas de treinamento). Mas o ideal seria ter mais ajuda, vai nascer a criança em breve, estou com um monte de problemas burocrático com o AIMA e as Finanças, e não sei o que fazer.

Portohá 2 semanas
3 interesses
Consulta + representação
ConsumoNormal

Empresa de gestao de condomino hostil

A empresa que gere o condomínio do meu prédio não responde a emails nem atende chamadas telefónicas, não apresenta as atas das assembleias aos condóminos, não utiliza o dinheiro das dívidas recuperadas para as necessidades do prédio mas sim para se pagar a si própria, não assume a gestão da conta bancária alegando falta de acesso e não utiliza os canais bancários oficiais para receber pagamentos, preferindo que os condóminos com acesso a conta do condomínio levantem dinheiro vivo e lhes entreguem em mãos, entre outras questões.

Setúbalhá 2 semanas
3 interesses
Consulta jurídica
ImobiliárioElevada

Atraso CPCV

Assinei, como comprador, um CPCV relativo à compra de um imóvel com prazo de 6 meses para marcação da escritura e entrega de sinal no valor de 10% do imóvel. Foi comunicado pelo vendedor que a escritura não poderá ser realizada no prazo, pelo que está em discussão uma adenda ao contrato. É válido/comum propor uma compensação/ajuste ao valor de venda do imóvel, pelo adiamento? O CPCV previa a devolução do sinal em dobro em caso de incumprimento. O vendedor poupará o transtorno de mudar-se para outra casa durante o período de atraso.

Lisboahá 3 semanas
6 interesses
Consulta jurídica
ImobiliárioNormal

Empreiteiro desapareceu/nao responde

Contratei um empreiteiro para a remodelação total de uma moradia, com um orçamento adjudicado de 72.000€. Ficou estabelecido em contrato um plano de pagamentos mensais de 12.000€, durante 6 meses. Efetuei o pagamento da primeira tranche (adjudicação) e, posteriormente, mais um reforço de 5.000€ (tenho respetivas faturas). ​Contudo, durante os primeiros meses, a obra avançou a um ritmo extremamente lento. Após os 6 meses previstos para a conclusão, o empreiteiro solicitou mais verbas, o que recusei. Ao confrontar o fornecedor de materiais, apurei que apenas foram adquiridos 4.000€ em material. Além disso, o trabalho executado é de péssima qualidade e não representa sequer 5% da obra total (tenho fotos de tudo ou Neste Caso de tudo o que partiram). Estimo que o valor total de mão-de-obra e materiais não chegue aos 8.000€ (só me partiu a casa) ​Após exigir a rescisão por incumprimento e a devolução do valor proporcional, o empreiteiro cessou todo o contacto e não atende chamadas. Apurei ainda (na loja de materiais), outros clientes do empreiteiro, que o mesmo utilizou o 'modus operandi' de abandonar obras após receber quantias avultadas (esta senhora enviou mais de 30k). Pretendo aconselhamento jurídico para o envio de uma carta registada e eventual ação judicial.

Viseuhá 3 semanas
6 interesses
Assessoria e redação
ImigraçãoUrgente

Pre-July residence renewal approved in Dec. No update on card yet.

My Residence permit which expired 20 June 2025, I had an appointment for renewal on 15 Aug, process was approved on 15 December. However after that I have no updates on the card. I need help to obtain the residence permit.

Portohá 3 semanas
2 interesses
Consulta jurídica
Heranças e SucessõesNormal

Herança Pai Abandono

Nunca conheci o meu pai biológico. Não me quis assumir na prática - só me deu o nome e abandonou-me a mim e à minha mãe (não foram casados). Legalmente tenho direito à herança, mas não o conheço nem nunca lhe vi a cor. Será que tenho direito a algum subsídio que o mesmo não tenha pago? Como proceder?

Lisboahá 4 semanas
2 interesses
Consulta + representação
Laboral e EmpregoUrgente

Atraso no pagamento de créditos laborais (2ª tentativa de conciliação no tribunal do trabalho)

Tenho uma situação no tribunal do trabalho que vou detalhar em baixo: Pedi demissão do meu antigo trabalho em outubro do ano passado, tendo pedido na carta o pagamento das horas de formação não ministradas (cerca de 130h). Só me pagaram os últimos acertos finais em dezembro, não pagaram o valor de formação e confrontei a empresa sobre isso e perguntei mais que uma vez quando ia ser regularizado, ao que nunca l me responderam. Em Fevereiro, fui ao tribunal do trabalho pedir esclarecimentos e ver o que podia ser feito. A procuradora enviou uma carta à empresa a exigir o pagamento em 15 dias. A empresa não pagou. Em meados de Março, foi feita uma convocatória para uma tentativa de conciliação, em que o advogado da empresa avisou 1 hora antes que não podia comparecer. Falei com a procuradora novamente e apresentei todos os documentos pedidos e um novo pagamento em 10 dias. No dia a seguir recebo uma chamada do tribunal, em que a procuradora disse que o advogado contactou o tribunal para poder fazer o pagamento em 3 prestações, ao que eu aceitei e decretaram o pagamento da primeira prestação logo nesse mês. Acontece que março passou e nada de pagamento. Enviei e-mail ao tribunal com as provas de que não me fizeram pagamento e hoje recebi uma carta do tribunal para nova tentativa de conciliação! Estou muito revoltada com a situação, mas existem aqui uns detalhes que gostava que me pudessem dizer se posso levar como prova: -após a minha saída, recebi um pagamento de uma das prestações vinda de outra empresa, que eu sei que pertence ao mesmo dono e em que a sede dessa é a mesma da empresa onde trabalhei. Já no tempo em que eu trabalhava lá havia maroscas e desvios de dinheiro para essa empresa (depósitos de numerário), mas não tenho provas em concreto a não ser as ordens que tínhamos para executar, tanto a nível de depósitos como faturações fantasma. A minha questão aqui é: posso usar isso nesta audiência com a procuradoria? E outra questão também: posso levar um documento escrito com aquilo que pretendo com a audiência? Eu não quero facilitar mais do que facilitei e estou tão nervosa com a situação que tenho medo que me esqueça ou falhe em alguma coisa.

Portohá 4 semanas
6 interesses
Consulta jurídica
ImigraçãoUrgente

Pedido de apoio jurídico – atraso na emissão de cartão de residência (+90 dias)

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, solicitar apoio jurídico relativamente ao atraso na emissão do meu cartão de residência, no âmbito do processo de renovação junto da Estrutura de Missão da AIMA. Apresento, de seguida, os principais dados do processo: Nome: Isabelle Gouveia de Vasconcelos NIE: XXXXXXX Data da entrevista: 04/09/2025 Data de deferimento: 09/12/2025 (na sequência de pedido de deferimento tácito, tendo toda a documentação sido submetida de forma correta e completa) Até à presente data (06/04/2026), apesar de o processo se encontrar deferido há cerca de quatro meses, ainda não recebi o cartão de residência, nem qualquer informação relativa à sua emissão ou envio. Não me foi igualmente disponibilizado qualquer código de rastreio. Existe ainda a preocupação de o documento poder ter sido enviado para uma morada anterior. Nesse sentido, já me desloquei aos CTT por duas vezes, após o deferimento, para tentar assegurar o eventual reencaminhamento de correspondência, sem sucesso. Adicionalmente, tenho conhecimento de outros processos com datas de deferimento posteriores ao meu que já foram concluídos, o que aumenta a incerteza relativamente à situação do meu pedido. Face ao exposto, venho solicitar a vossa análise jurídica sobre este caso e orientação quanto aos procedimentos mais adequados a adotar, nomeadamente: Interpelação formal junto da AIMA; Eventual recurso a meios legais para desbloqueio da situação; Outras diligências que considerem pertinentes. O atraso em causa tem vindo a causar constrangimentos administrativos e pessoais relevantes, apesar de me encontrar em situação legal regular. Junto em anexo os documentos comprovativos para vossa apreciação. Agradeço, desde já, a atenção dispensada e fico a aguardar o vosso contacto. Com os melhores cumprimentos, Isabelle Gouveia de Vasconcelos

Lisboahá 1 meses
7 interesses
Representação judicial
Família e DivórcioElevada

Acompanhamento para divórcio

Pretendo apoio jurídico no processo de divórcio. 2 filhos algum património mas sem grande complexidade. Quero defender-me adequadamente.

Lisboahá 1 meses
6 interesses
Representação judicial
ImigraçãoNormal

Imigracao Artigo 15 para Marido de cidada portuguesa

Eu, e o meu marido e filhos vamos mudar-nos do Reino Unido para Portugal nos próximos meses. Eu e os meus dois filhos temos nacionalidade portuguesa. O meu marido tem nacionalidade Britanica (UK passport). Temos estado a pesquisar as melhores opções e parece que o Artigo 15 seria o mais adequado para o meu marido, tendo em conta as nossas circunstâncias. Mas gostariamos de saber se estamos corretos. https://aima.gov.pt/pt/nacionais-ue-e-familiares/familiares-de-nacionais-ue/cartao-de-residencia-para-familiares-de-nacionais-ue  Temos os documentos necessários e gostaríamos de fazer um agendamento para expressao de interesse, se for este o proximo passo. Temos os seguintes documentos: Certidão de Casamento (em inglês - temos a duvida de onde apostilhar)  Certidão de Nascimento dele (em inglês - temos a duvida de onde apostilhar)  Fotocópia do Passaporte com selo legal de entrada (espaço schengen) 2 fotografias de passaporte  O formulário de contacto do site da aima parece estar em baixo, e gostariamos de apoio juridico neste processo.

Évorahá 1 meses
9 interesses
Consulta jurídica